Por vezes, deixamos de conhecer alguém por causa da expectativa de um "muito".
Ou a pessoa é muito alta, ou muito baixa, muito magra, ou muito gorda, muito bonita, ou muito feia, muito alegre, ou muito séria... E na agonia deste achar, esquecemos que nesta pessoa o muito que lhe sobra talvez seja a medida exata do que precisamos. Uma pessoa muito bonita, precisa de carinho na mesma proporção que alguém muito feio. Uma pessoa feia (se é que isto existe, para mim é uma questão de semântica), pode ter a quantidade precisa de atenção que alguém necessita. Feche os olhos e tente por um tempo ver com o coração e você descobrirá não apenas aquilo que realmente precisa, mas também tudo aquilo que outros estão dispostos a te oferecer, não nos seus "muito" visíveis, mas sim nos seus "muito" indecifráveis.
Ou a pessoa é muito alta, ou muito baixa, muito magra, ou muito gorda, muito bonita, ou muito feia, muito alegre, ou muito séria... E na agonia deste achar, esquecemos que nesta pessoa o muito que lhe sobra talvez seja a medida exata do que precisamos. Uma pessoa muito bonita, precisa de carinho na mesma proporção que alguém muito feio. Uma pessoa feia (se é que isto existe, para mim é uma questão de semântica), pode ter a quantidade precisa de atenção que alguém necessita. Feche os olhos e tente por um tempo ver com o coração e você descobrirá não apenas aquilo que realmente precisa, mas também tudo aquilo que outros estão dispostos a te oferecer, não nos seus "muito" visíveis, mas sim nos seus "muito" indecifráveis.
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